Pão Diário

sábado, 10 de outubro de 2015

APRESENTANDO ASAS DE SOCORRO

VERDADEIROS HERDEIROS DO SONHO DE SANTOS DUMONT

Pouco divulgado, o trabalho de missionários que usam aviões para levar saúde e Salvação à povos, que de outra maneira jamais seriam alcançados, faz com que cenas que dificilmente apagaríamos da mente - como as do 11 de setembro de 2002, ou da guerra do Iraque - sejam substituídas. Como é lindo ver o moderno avião Caravan Anfíbio estacionado em frente a uma humilde comunidade ribeirinha, enquanto médicos, dentistas, enfermeiros, voluntários e missionários atendem o povo, compartilhando também a Palavra de Deus.
Esta é a diferença, em vez de armas, alimentos e saúde; em vez de soldados, gente comprometida com Deus e com o próximo. Até onde sabemos, este era o sonho de Santos Dumont, ver seu invento usado em favor da paz e para o bem da humanidade. Há mais de 47 anos esta tem sido a missão de Asas de Socorro no Brasil e de outras organizações similares em outras partes do mundo.
Como Missão Evangélica, fundada no Brasil por uma Organização Missionária e Humanitária Internacional, chamada Mission Aviation Fellowship, dos Estados Unidos (E.U.A), tem como principal atividade dar apoio logístico, através da aviação e outros recursos tecnológicos, à programas de evangelização e/ou assistência social desenvolvidos em áreas remotas e de difícil acesso.
Seu corpo de colaboradores é formado por cristãos, que motivados pelo desejo de servir ao próximo, colocam a disposição do Senhor, suas vidas e profissões nas áreas de: aviação (pilotos e mecânicos), saúde, administração e apoio.
Possui uma estrutura de nível nacional, com Sede em Anápolis - GO e bases em outros estados da região norte, operando 10 aeronaves e uma rede de rádio - comunicação. Seu efetivo de 40 missionários e 20 funcionários, mobiliza anualmente centenas de profissionais de saúde em atendimento à mais de 17.500 pessoas nas regiões mais remotas do país. A maioria de suas atividades são desenvolvidas em parcerias com outras organizações religiosas e filantrópicas e/ou com órgãos do governo como: Prefeituras, Secretarias de Saúde, Fundação Nacional de Saúde (FNS), FUNAI e IBAMA.

Reconhecida como a 188º maior entidade beneficente do Brasil, no ano de 2001, Asas de Socorro se alegra em saber, que através dos aviões e dos dons que Deus presenteou a cada integrante, colabora para a busca e restauração da dignidade de muitos povos indígenas, ribeirinhos e sertanejos, que vivem isolados e destituídos do direito à cidadania.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Muitos líderes não entenderam o significado da encarnação e do sofrimento de Jesus. 
Pastores, evangelistas e líderes estão hoje na alça de mira da sociedade em geral e na comunidade da fé, seja em igrejas históricas reformadas, pentecostais ou neo pentecostais. Há muita crítica, muito escândalo, muito desgaste e muita falta de credibilidade – e tudo prejudica aqueles que estão à frente de comunidades cristãs ou instituições eclesiásticas. Temos visto algo triste, contundente e recorrente: a figura equivocada do pastor ou líder que exerce uma representatividade espiritual esvaziada e uma ação pastoral desvirtuada e desfocada, que machucaram e decepcionaram muitos. Esta é uma das razões do crescimento dos chamados desigrejados e do esvaziamento de suas comunidades. 
São pastores que, provavelmente, se perderam do caminho que deveriam trilhar em relação à vocação e ação pastoral. Deixaram de lado a nobre tarefa de cuidar e servir ao Senhor e seu rebanho com amor, paixão, dedicação e perseverança. São líderes que perderam o senso de sua vocação, da missão da Igreja e do discipulado; ou então, dirigentes eclesiásticos que foram impostos na comunidade da fé sem uma avaliação criteriosa de suas qualificações bíblicas para o exercício responsável da vocação. Por isso, é cada vez mais raro encontrar os que têm inegável vocação e dons reconhecidos para o trabalho pastoral. 
Muitos começam suas igrejas ou estruturas religiosas e logo se tornam proprietários do que fundaram, delegando funções de acordo com seus interesses e indicando seus auxiliares e futuros líderes na condução dos ajuntamentos. Para esses, a comunidade da fé e a igreja local são simplesmente público consumidor dos produtos oferecidos em nome da fé. Essa tragédia ganha contornos maiores quando se vê aqueles que vivem das benesses e recursos oriundos do ministério, explorando pessoas simples – os mesmos que aspiram obter vantagens político-partidárias em nome da chamada “representatividade evangélica”. A maioria dos que estão nas casas legislativas em nome dos evangélicos não têm noção de cidadania, não fazem política para o bem comum, não buscam a justiça, não pautam suas ações com responsabilidade civil pessoal e comunitária. Eles confundem o poder de Deus com o poder humano, corrompem-se em meio à degeneração geral e buscam o enriquecimento, negando-se a um testemunho corajoso pela verdade e transparência. 
São pastores e líderes que não vivem ou anunciam o Evangelho da graça de Deus em toda a sua extensão, o Evangelho que repercute em todas as áreas da vida, trazendo salvação pessoal e transformação comunitária. Um Evangelho que, através da pregação, da educação na fé e do cuidado pastoral, inevitavelmente teria repercussões práticas e proféticas perante o mundo. Infelizmente muitos destes líderes não entenderam a encarnação de Jesus, não perceberam o significado de seus sofrimentos e das dores que ele viveu por amor aos homens. Eles não parecem levar a sério a própria humanidade, ignorando a inclinação que têm de fazer aquilo que não agrada a Deus. Parecem desprovidos de amor ou temor ao Senhor, esquecendo-se de que certamente prestarão contas a ele um dia. Muitos parecem nem mesmo conhecê-lo através de uma experiência pessoal de arrependimento e consciência de pecado, justiça e juízo. 
Sem dúvida, é necessária a busca da recuperação da credibilidade da função pastoral e da recuperação das possibilidades da vocação. Uma ação que encoraje e estimule os discípulos do Senhor a manter sua integridade e compromisso responsável, trazendo esperança e ânimo a outros que os têm como referenciais a perseverarem na fé, na experiência comunitária e numa vida de serviço abnegado a Deus e ao próximo. 
Essa credibilidade será igualmente recuperada através de um testemunho coerente, verdadeiro, radical e perseverante em meio às limitações da humanidade de cada um; credibilidade que é conseqüência de quem não despreza o conhecimento e intimidade com o Pai no cultivo das disciplinas espirituais. Credibilidade que é conseguida numa vida de simplicidade e prática das bem-aventuranças recomendadas e ensinadas por Jesus. Credibilidade que é fruto de dependência da graça de Deus e da multidão de conselhos e amigos sinceros, que amam também ao Senhor. 
Felizmente, temos ainda bons referenciais de fé e ação pastoral espalhados pelo nosso amado Brasil. Portanto, que nossas orações sejam no sentido de que mais pastores e líderes sejam coerentes com o Evangelho e que, nas mais diversas realidades, seu bom testemunho traga muitos frutos para o Rei e para o Reino. A vocês que não se encaixam nestas barbarias, nem fazem parte deste rol.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

QUAL É A VERDADE?

"E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará."
João 8:32
A Santidade de Deus
"Porque eu sou o Senhor vosso Deus; portanto vós vos santificareis, e sereis santos..." Levítico 11:44
"... porquanto Deus é santo..." Josué 24:19
"Porquanto está escrito: sede santos, porque eu sou santo." I Pedro 1:16
"Então disseram os homens de Bete-Semes: Quem poderia subsistir perante este santo Senhor Deus ..." I Samuel 6:20
Conclusão: Deus, na Sua Santidade, é absolutamente separado de maldade moral e de pecado.
A Rebelião do Homem
"E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente."
"E tomou Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden .."
... E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher, e trouxe-a a Adão.
E ordenou o Senhor Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente: mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás, porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás.
"E viu a mulher que aquela árvore era boa para se comer, e agradável aos olhos, e árvore desejável para dar o entendimento; tomou o seu fruto, e comeu, e deu também ao seu marido, e ele comeu com ela."
... O Senhor Deus, pois, o lançou fora do jardim do Éden ...

segunda-feira, 17 de agosto de 2015

Projeto conecta tribos isoladas com o mundo

Iniciativa da ONG Survival International possibilita que indígenas gravem vídeos relatando agressões sofridas. Povos ianomâmi e guarani já estão participando do projeto.
Yanomami Reserve
O projeto "Tribal Voice", lançado neste domingo (09/08) por ocasião do Dia Internacional dos Povos Indígenas, permite que tribos isoladas e sem acesso à internet publiquem vídeos com relatos informando a situação na comunidade e eventuais agressões sofridas.
A iniciativa, desenvolvida pela ONG Survival International, já conta com a participação dos povos ianomâmi e guarani, que vivem no território brasileiro. Com o "Tribal Voice", o objetivo da organização, que desde 1969 representa os interesses dos povos indígenas, é possibilitar aos indígenas dar uma resposta a autoridades e corporações que estejam os negligenciando.
"Se garimpeiros ilegais invadirem nossas terras ou pessoas de fora tentarem nos matar, o mundo inteiro ficará sabendo", diz Mariazinha Yanomami, líder da comunidade amazônica, num vídeo publicado no site do projeto. "Agora podemos nos comunicar com pessoas que vivem bem longe de nós."
Em outro vídeo, Lide Guarani-Kaiowá, representante da comunidade de Puelito Kuê, em Mato Grosso do Sul, exige que a presidente Dilma oficialize o território da tribo. "Sabemos que o processo da demarcação já está na mesa da presidente. Se qualquer proprietário plantar em nosso território, vamos responder o mais rápido possível", afirma. Também há relatos de um membro de outra comunidade guarani que teve a casa incendiada por fazendeiros.
Um treinamento específico foi oferecido pela Survival International para que os indígenas pudessem utilizar as tecnologias. "As comunidades indígenas são como nós", afirma Stephen Corry, diretor da ONG. "Eles também se preocupam com a qualidade de vida e com o futuro dos seus filhos. Além disso, possuem um conhecimento riquíssimo e singular, que pode nos ensinar muito."
O projeto pode ser conferido no site do "Tribal Voice".

segunda-feira, 13 de julho de 2015

A ALIANÇA DA GRAÇA

Pode o conhecimento da Lei  causar-nos   danos  psíquicos,   e produzir culpa e um  sentimento  de   condenação  prejudicial para toda a vida?  Penso que sim, se tudo que ouvíssemos fosse a Lei, e  jamais ouvíssemos falar de Jesus Cristo, o cumprimento dela.     E importante lembrar que, desde que o pecado entrou no mundo através de Adão e Eva, existe  a  promessa  do  descendente aquele que viria esmagar a cabeça de  Satanás  e  livrar  os homens do pecado.   Antes  da  Lei,   a  Aliança  Abrâmica  já prometia um Salvador - o Senhor Jesus Cristo.    Assim, ao transmitirmos aos homens os  requisitos  santos   e justos da Lei, devemos sempre falar sobre o meio de fuga,   a graça de Deus que pertence a todo homem  mediante  a  fé  no Senhor Jesus Cristo. Examinemos pela ultima vez a Lei antes de passarmos  a  Nova Aliança. A Lei, como já vimos,   serviu  a  dois  propósitos: revelar e restringir o pecado do homem. Vendo  claramente  o seu pecado, enxergaria   a  necessidade  de  um  Salvador.  A restrição ao pecado serviu para manter os judeus - e  nos  - livres da contaminação dos vícios do ofendo. Fechados em suas restrições, os homens estavam livres de problemas. Foi esta a razão de eu tê-lo feito andar pelas ruas da morte deste mundo, sentir o  seu  cheiro  fétido  e  ver  os  seus resultados. Queria que ficasse  convencido  da  validade  da Lei, para que a ensinasse a seus filhos  e  os  livrasse  da contaminação do mundo. Quero que saiba disso, para  que  não seja "presa sua, por meio de   filosofias  e  vãs  sutilezas, segundo a tradição dos  homens,   segundo  os  rudimentos  do mundo" (Colossenses 2.8). Quero que veja a lei de  modo  que vá ao mundo pregar todo o conselho de Deus,   que   inclui  as três alianças. Não deixe a Lei de fora!

quarta-feira, 8 de julho de 2015

APOSTASIA
(η αποστασια, he apostasía, “um desvio de”): ou seja, uma queda, uma retirada, uma deserção. Não encontrado nas versões da Bíblia em Inglês, mas utilizado duas vezes no Novo Testamento, no grego original, para exprimir o abandono da fé. Paulo foi falsamente acusado de ensinar os judeus uma apostasia contra Moisés (Atos 21:21), ele previu a grande apostasia do cristianismo, anunciada por Jesus (Mateus 24:10-12), o que precederia o “dia do Senhor” (2 Tessalonicenses 2:2) . Apostasia, não no nome, mas na verdade, possui uma reprovarão mordaz na epístola de Judas, por exemplo, a apostasia dos anjos (Judas 1:6). Anunciada, com advertências, como certeza de que abundam nos últimos dias (1 Timóteo 4:1-3; 2 Tessalonicenses 2: 3; 2 Pedro 3:17). Causas da: perseguição (Mateus 24:9, 10); falsos professores (Mateus 24:11); tentação (Lucas 8:13); secularismo mundano (2Timóteo 4:4); defeituoso conhecimento de Cristo (1 João 2:19); colapso moral (Hebreus 6:4-6); abandono da adoração e vida espiritual (Hebreus 10:25-31); incredulidade (Hebreus 3:12). Exemplos Bíblicos: Saul (1 Samuel 15:11); Amazias (2Crônicas 25:14, 27); muitos discípulos (João 6:66); Himeneus e Alexandre (1 Timóteo 1:19, 1Timóteo 1:20); Demas (2 Timóteo 4:10). Para mais ver ilustrações nesse caso Deuteronômio 13: 13; Zacarias 1 :4-6; Gálatas 5: 4; 2 Pedro 2: 20, 21.

“Abandono de Yahweh” era a característica do retorno ao pecado do povo eleito, sobretudo no seu contacto com as idólatras nações. É constituído seu supremo perigo nacional. A tendência apareceu em seus primeiros dias na história, como visto em abundância de avisos e proibições das leis de Moisés (Êxodo 20:3, 4, 23; 6:14; Deuteronômio 11:16). As consequências da temerosa apostasia religiosa e moral aparecem nas maldições pronunciadas contra este pecado, no monte Ebal, pelos representantes de seis das tribos de Israel, eleitos por Moisés (Deuteronômio 27:13-26; 28:15-68). Então exausto estava o coração de Israel, mesmo nos anos imediatamente seguintes à emancipação nacional, no deserto, que Josué achou necessário voltar a promessa de toda a nação para um novo voto de fidelidade a Yahweh e à sua aliança original antes de serem autorizados a entrar na Terra Prometida (Josué 24:1-28). Infidelidade a este pacto eliminaria as perspectivas da nação do crescimento durante a época dos juízes (Juízes 2:11-15; 10:6, 10:10, 10:13; 1 Samuel 12:10). Foi a causa prolífica e cada vez mais má, cívica e moral, desde os dias de Salomão até o cativeiro Assírio e Babilônico. Muitos dos reis do reino apostada dividido, levando as pessoas, como no caso de Roboão, para as formas asquerosas de idolatria e imoralidade (1 Reis 14 :22-24; 2 Crônicas 12:1).

Conspícuos exemplos de tais apostasias régias são de Jeroboão (1 Reis 12:28-32); Acabe (1 Reis 16:30-33); Acazias (1 Reis 22:51-53); Jeorão (2 Crônicas 21:6, 10, 21:12-15); Acaz (2 Crônicas 28:1-4); Manassés (2 Crônicas 33:1-9); Amom (2 Crônicas 33:22). Ver IDOLATRIA. A profecia surgiu como um imperativo Divino para protestar contras com esta tendência histórica de deserção da religião de Yahweh.

No grego clássico, apostasia significava revolta de um comandante militar. Na Igreja Católica Romana, denota abandono das ordens religiosas; renúncia da autoridade eclesiástica; defecção da fé. As perseguições dos primeiros séculos cristãos obrigaram muitos a negar o discipulado cristão para manifestar a sua apostasia, oferecendo incenso a uma divindade pagã e blasfemar o nome de Cristo. O imperador Juliano, que provavelmente nunca abraçou verdadeiramente a fé cristã, é conhecido na história como “o apóstata”, tendo renunciado cristianismo pelo paganismo logo após a sua adesão ao trono.

Um apóstata da defecção da fé pode ser intelectual, como no caso de Ernst Haeckel, que, devido à sua filosofia materialista, publica e formalmente renunciou o Cristianismo e a Igreja, ou ele pode ser moral e espiritual, como aconteceu com Judas, que, pela imunda ganância traiu seu Senhor. Ver artigos exaustivos sobre a “apostasia”, na Enciclopédia Judaica.


Fonte: International Standard Bible Encyclopedia

terça-feira, 7 de julho de 2015

Cada crente deve ser agradecido a Deus. A salvação é pela graça, tanto no planejar quanto no executar. Deus que fez o plano, também o executa. E tudo é pela graça, o favor imerecido de Deus. Deus é o arquiteto e também o construtor da casa feita de pedras vivas. Cristo disse: "Eu edificarei a minha igreja". Se pudermos mudar a figura de linguagem; Deus prepara a mesa e nos dá o apetite para dela comermos do pão da vida. O Espírito Santo enche a casa do Pai convidando-os a entrar. Esta coerção não é externa, de modo a não interferir no livre arbítrio do homem, mas uma compulsão interna pela qual o pecador se torna disposto. E esta prontidão é resultado da convicção dos seus pecados pelo Espírito Santo, e uma revelação de Cristo, no pecador, como Senhor e Salvador. Em outras palavras os homens crêem pela graça. Quando Apolo chegou a Acaia, trazendo cartas de recomendação aos apóstolos, diz-se que "aproveitou muito aos que pela graça criam". Atos 18:27.
Um homem, certa vez, referiu-se a si mesmo como tendo sido feito por si próprio. Um ouvinte comentou: "É bom que confesse tal fato. A maioria acusaria sua a má sorte, ou a sua esposa, ou mesmo o criador". É fácil e natural, o homem louvar-se a si mesmo. Mas todo crente é produto da graça. Paulo, como crente, alegrava-se em dizer: "Mas pela graça de Deus sou o que sou". 1 Coríntios 15:10. Numa obra de graça, o Espírito Santo, pelo poder de convicção das Escrituras, dá ao pecador uma visão de si mesmo, e em seguida, livra o pecador da frustração resultante, ao lhe dar uma visão de Cristo, através da luz do evangelho. Um velho Puritano certa vez clamou: "Ó, onde estaria eu, se não tivesse olhado para Cristo?"