Pão Diário

quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015

"Estêvão, homem cheio da graça e do poder de Deus, realizava grandes maravilhas e sinais entre o povo."(Atos 6:8)

Estêvão, o primeiro mártir da igreja, morreu ainda jovem. Alguns podem olhar para a forma como ele morreu e pensar: “Que desperdício!” Mas nas palavras de Jim Elliot, outro jovem mártir da fé: “Não é tolo, de forma alguma, aquele que dá o que não pode manter para ganhar o que não pode perder”.

Que tipo de pessoa Deus procura para usar para Sua glória? O que qualifica uma pessoa a ser selecionada por Deus para ser Seu instrumento? Será que é um grande intelecto ou a quantidade de diplomas dependurados na parede? Você precisa ser fisicamente atraente? Precisa ter nascido um líder? O que dizer de uma pessoa que é tímida? O que dizer de uma pessoa que não é fisicamente atraente? O que dizer de pessoas que muitas vezes são classificadas como “comuns”? Há um lugar para pessoas como essas?

Eu acho que sim. Isso porque uma das coisas que se sobressaem nas Escrituras é o uso de Deus de pessoas, que amais imaginaríamos pudessem ser usadas por Ele.
E se minha vida pode usada como exemplo de alguma coisa, essa é uma delas.

Então, porque Deus faz isso?
Achamos a resposta em
 1 Coríntios 1:27-29:
Mas Deus escolheu as coisas loucas do mundo para envergonhar os sábios, e escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar as fortes. Ele escolheu as coisas insignificantes do mundo, as desprezadas e as que nada são, para reduzir a nada as que são, para que ninguém se vanglorie diante dele.


Deus busca pessoas “inesperadas” para serem usadas para a Sua glória.
- Você está disposto a ser uma dessas pessoas?

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Juã 3:16

Janeruwarete 'ga iporomutat nanimenime p~e nee. A'eram~u 'ga a'eram~u wa'yram~u je mua 'au ywy peikue. Majepei tee agawewi je 'ga ra'yram~u. A'etea 'gã je  mut 'awa yww pe je jukaukaa p~e nupe. A'eram~u je rerowiaara 'gã aman~um~u nimiam~u. A'ere 'gã oi oferapa Jarejuwarete 'ga rupaw ipe 'ga pyri aman~uu'jape'ema futat. Peufutat 'gã jemogyi nakwaparim~u ete r~ui-'jau Jejui 'ga Nikutemu 'ga upe.

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Os filhos são dedicados a Deus

 

Um Pastor, uma vez me disse: "visitei um lar em que o marido e esposa estavam se regozijando com o nascimento de seu primeiro filho. Eles pediram para eu ir vê-los e disseram então o motivo de seu pedido:” Pastor “, eles disseram,” nós amamos nosso bebê mais do que pensamos ser possível. Queremos prover tudo o que for necessário para que ele tenha uma vida feliz e saudável. Mas nós sabemos que sua vida não pode nunca ser completa sem Deus. Assim, nós pedimos ao senhor para vir e orar conosco, para que possamos dedicar nosso pequeno filho a Deus, desde o dia de seu nascimento “.Que imensa alegria orar com eles! Nós oferecemos a Deus a criança que Ele havia dado ao casal. E eles se ofereceram a si próprios a Deus como servos voluntários para criar a criança. Acho que os anjos sorriram nos céus como testemunhas de tão sagrada atitude: a mãe e o pai reconhecendo o lugar de representantes de Deus para criar de seu precioso filhinho” na doutrina e admoestação do Senhor “(Ef 6: 4)".
Esta é uma das marcas de um lar cristão. É um lugar onde as crianças são recebidas de Deus, dedicadas a Deus e criadas para Deus.
O exemplo bíblico clássico de dedicação de uma criança a Deus é encontrado no primeiro capítulo do livro de I Samuel. Ali nós somos apresentados a um homem chamado Elcana e sua mulher Ana. Eles eram hebreus que viveram há muito tempo atrás, pelo menos 1000 anos antes de Cristo nascer. O exemplo deles ainda é aplicável aos dias de hoje.
Abençoada é a Criança Que é Desejada
Ana queria ter um bebê. Ela demorou a ter um filho. O tempo passava e passava e ela não concebia. Sua cultura naqueles dias dizia que era uma maldição de Deus se uma mulher não tivesse um filho e era uma recompensa de Deus se ela tivesse um filho homem. Como Ana sofreu com sua condição de estéril! Somente Deus poderia dar a ela o bebê que desejava.
Nossa cultura é muito diferente hoje. Os filhos são considerados uma interferência em muitas sociedades. Contracepção para impedir uma gravidez, e aborto para acabá-la, são comuns em muitas nações do mundo hoje. Algumas vezes uma criança é nascida e deixada por sua mãe para ser apanhada e criada por outra. Que tragédia!
Uma criança desejada é uma criança feliz. Possa Deus abençoar esse instinto materno/paterno que se deleita no privilégio de cuidar de uma criança.
Abençoada é a criança cuja mãe ora
Ana foi ao tabernáculo com seu marido para adorar a Deus. Lá, no local que Ele falou que se encontraria com Seu povo, ela derramou seu coração a Ele em oração. Ela chorou diante do Senhor quando apresentava seu pedido diante Dele.
Os outros não entendiam. Até mesmo Eli, o Sumo Sacerdote, pensou que ela estivesse bêbada quando orava movendo seus lábios sem dizer uma só palavra audível. Ele a censurou, considerando-a uma pecadora até que entendeu a angústia de seu coração e a petição de sua oração.
Ana não foi à única mulher que implorou a Deus por um bebê. Nem tão pouco será a última. Hoje em dia há corações de mulheres chorando diante de Deus, pedindo-Lhe o privilégio da maternidade. É por isto que as agências de adoção de crianças recebem mais pedidos do que podem resolver. E também a razão pela qual muitos ministros do evangelho estão envolvidos com aqueles que desejam ser pais.
Mas uma criança é feliz se nasce em um lar que a mãe ora por ela. Com um pai comprometido em criá-la nas coisas de Deus e a mãe que passa tempo diariamente pedindo sabedoria para criá-la para Deus, essa criança terá um feliz e abençoado prospecto de vida.
Abençoada é a criança que é dedicada a Deus
Ana dedicou seu filho a Deus antes mesmo dele nascer. Ela ofereceu um voto ao Senhor: "Senhor dos Exércitos, se benignamente atenderes para a aflição da tua serva, e de mim te lembrares, e da tua serva não te esqueceres, mas à tua serva deres um filho varão, ao Senhor o darei por todos os dias de sua vida" (I Sm 1: 11). E ela não tinha concebido até o tempo daquele voto.
Entenda que Ana não estava tentando fazer um negócio com Deus, nem estava tentando suborná-Lo, ao fazer o que ela queria. Seu solene voto era de obedecer a Deus ao criar a criança, se ele fosse gracioso para com ela, fazendo-a frutífera para ter um filho.
Ana não esqueceu seu voto depois que a sua longa busca encerrou. No devido tempo ela concebeu e quando o pequeno bebê nasceu nove meses depois, ela o chamou de "Samuel". Na linguagem antiga a palavra Samuel significava pedido a Deus. Ela explicou que havia lhe dado aquele nome "porque eu o tenho pedido" (I Sm 1:20). Toda vez que ela chamava seu nome lembrava-se de seu pedido e do seu voto a Deus a respeito da criança.
O voto de dedicação de Ana foi por toda a vida de seu filho. Quando ele foi desmamado e podia viver sem sua mãe, ela e seu marido o levaram ao sumo sacerdote de Deus em Siló, com esta explicação: "por este menino orava eu e o Senhor me concedeu a minha petição que eu lhe tinha pedido. Pelo que ao Senhor eu o entreguei por todos os dias que viver, pois ao Senhor foi pedido" (I Sm 27: 28). Ela lembrou-se e cumpriu o seu voto.
Ana dedicou seu filho a Deus para servi-Lo. Ele viveu no tabernáculo e trabalhou como assistentes dos sacerdotes lá. Mas Deus tinha planos maiores para o rapaz. Nos anos da adolescência de Samuel o Senhor falou com ele e o chamou para o ofício de profeta. Foi aquele homem que falou por Deus, julgou o povo em nome de Deus, ensinou as leis de Deus e ungiu a dois reis da nação de Israel até a geração seguinte. Que impacto em sua nação teve este tão esperado rapaz que fora tão intensamente orado e dedicado a Deus por sua mãe!
Olhe para a história através da Bíblia e verifique quantos homens grandemente usados por Deus foram dedicados a Ele por seus pais antes mesmo do nascimento. A família de Manoá dedicou seu filho a Deus e ele se tornou um grande juiz e líder, que nós conhecemos como Sansão (Juízes 13). Zacarias e Isabel dedicaram seu filho ainda não nascido a Deus e ele tornou-se muito conhecido como João Batista, que anunciou Jesus ao mundo (Lucas 1). Isto mostra alguma coisa acerca do compromisso dos pais que dedicam seus filhos a Deus, compromisso que segue por toda a vida da criança, influenciando-a para o bem e para as coisas de Deus.
E o que dizer a respeito do seu lar? Os seus pais dedicaram você a Deus quando do seu nascimento? Fizeram-se, viva por aquele compromisso. Caso contrário, ainda não é tarde. Você pode oferecer-se a Deus em uma humilde entrega à Sua vontade. Confie em Jesus como seu Salvador pessoal. Renda-Lhe o controle de sua vida como seu Senhor. Ele lhe receberá, purificará e usará você como uma benção para muitos.

E resolvido este assunto sobre o seu compromisso pessoal, dedique a Deus cada um dos filhos que Ele lhe deu. Os pais cristãos podem criar filhos que conhecem e amam a Deus e O servem alegremente. Não há herança maior que você possa dar a seus filhos do que o seu amor. 

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

O texto do capitulo 40 do livro de Isaias é um dos mais belos da bíblia, está cheio de verdades que os crentes de hoje precisam descobrir. Dentro destas verdades existe uma afirmação que para mim tornou-se fundamental para entender e para enfrentar os dias de hoje: vv 31:“Mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam.” (NVI). Os que esperam no Senhor não esperam no mundo terrestre onde tudo é cansaço e angustia, aqueles que tem suas esperanças e seus projetos segundo a vontade de Deus podem se desprender da agonia que vivem os encarcerados homens deste mundo. Ao esperarmos no Senhor, adquirimos a visão plena, como a das águias, que sobem a alturas extraordinárias e lá de cima podem ver amplamente a tudo, escolhendo onde vão melhor atuar; desta forma nós podemos enxergar melhor a todas as situações e assim adquirimos o conhecimento e a capacidade para solucionar problemas com sabedoria e competência.
Adquirimos também uma força e uma perseverança que nos permite lutar(correr) pelos nosso objetivos sem ficarmos exaustos, pois esperando no Senhor depositamos nEle nossos fardos pesados e desajeitados (1ª Pe. 5:7) e passamos a uma condição plena de descanso, não um descanso maléfico (preguiçoso) mas um descanso de confiança, perseverança e de FÉ.
Assim sendo, confiar na providência de Deus é viver bem, é viver com a real qualidade de vida, pois independente daquilo que conseguimos com nossos esforços, o que nos dá realmente segurança, paz, tranqüilidade e bem-estar é a vida segundo a vontade de Deus, é viver segundo o Seus propósitos.
Esperemos pois em Deus e vivamos melhor.
O texto do capitulo 40 do livro de Isaias é um dos mais belos da bíblia, está cheio de verdades que os crentes de hoje precisam descobrir. Dentro destas verdades existe uma afirmação que para mim tornou-se fundamental para entender e para enfrentar os dias de hoje: vv 31:“Mas aqueles que esperam no Senhor renovam as suas forças. Voam alto como águias; correm e não ficam exaustos, andam e não se cansam.” (NVI). Os que esperam no Senhor não esperam no mundo terrestre onde tudo é cansaço e angustia, aqueles que tem suas esperanças e seus projetos segundo a vontade de Deus podem se desprender da agonia que vivem os encarcerados homens deste mundo. Ao esperarmos no Senhor, adquirimos a visão plena, como a das águias, que sobem a alturas extraordinárias e lá de cima podem ver amplamente a tudo, escolhendo onde vão melhor atuar; desta forma nós podemos enxergar melhor a todas as situações e assim adquirimos o conhecimento e a capacidade para solucionar problemas com sabedoria e competência.
Adquirimos também uma força e uma perseverança que nos permite lutar(correr) pelos nosso objetivos sem ficarmos exaustos, pois esperando no Senhor depositamos nEle nossos fardos pesados e desajeitados (1ª Pe. 5:7) e passamos a uma condição plena de descanso, não um descanso maléfico (preguiçoso) mas um descanso de confiança, perseverança e de FÉ.
Assim sendo, confiar na providência de Deus é viver bem, é viver com a real qualidade de vida, pois independente daquilo que conseguimos com nossos esforços, o que nos dá realmente segurança, paz, tranqüilidade e bem-estar é a vida segundo a vontade de Deus, é viver segundo o Seus propósitos.
Esperemos pois em Deus e vivamos melhor.

domingo, 14 de dezembro de 2014

Identidade e fé

Lançado relatório "Indígenas do Brasil 2010", importante estudo sobre presença evangélica nas tribos do país.
Um alentado estudo sobre a situação dos índios brasileiros acaba de ser apresentado à sociedade nacional. Iniciativa do Departamento de Assuntos Indígenas da Associação de Missões Transculturais Brasileiras (AMTB), em parceria c com suas mais de 40 entidades e agências filiadas, o relatório Indígenas do Brasil 2010 é o mais completo levantamento do gênero. O trabalho demandou um ano e meio de pesquisas de campo, coleta de dados, entrevistas e consultas a arquivos de órgãos oficiais e acadêmicos. O que emerge do relatório são algumas conclusões que contrariam parte do senso comum acerca do envolvimento da Igreja Evangélica com os povos indígenas. A principal delas é de que organizações religiosas de linha protestante prestam inestimável serviço àquelas comunidades, suprindo, muitas vezes, lacunas deixadas pelo poder público. A outra, não menos importante, é de que o Evangelho, se apresentado ao indígena da maneira correta, não representa qualquer atentado à sua cultura. Ou seja, o índio cristão continua sendo índio.
Segundo o estudo, existem no país cerca de 600 mil indígenas, número bastante superior ao registrado nos anos oitenta, que não chegava à metade disso. Há presença missionária evangélica em 182 dos 228 povos oficialmente catalogados. Mais de trinta agências missionárias e quase cem denominações protestantes históricas e pentecostais têm algum tipo de trabalho religioso e social entre esses grupos. “O relatório avalia e apresenta iniciativas, implicações e desafios do movimento evangélico indígena no Brasil de hoje”, diz o antropólogo e pastor presbiteriano Ronaldo Lidório, coordenador do estudo. Um dos mais respeitados indigenistas cristãos do país, Lidório tem larga experiência como missionário no Brasil e no exterior. Ele passou, por exemplo, uma década entre o povo konkomba, de Gana, na África, e hoje atua com o Instituto Antropos na Amazônia brasileira.
 Valorização cultural – Lidório faz questão de desmitificara crítica acadêmicaà atuação evangélica em aldeias e comunidades indígenas. “O índio crente, via de regra, tende a valorizar mais sua língua e aspectos centrais da sua cultura, o que é bem perceptível na vida de muitos líderes indígenas evangélicos no Brasil”, destaca. De acordo com o relatório, há nada menos que 257 programas e projetos de grupos evangélicos voltados à comunidade indígena. A ênfase é nas áreas de educação (análise linguística, registro, publicações locais e tradução), saúde, assistência básica, valorização cultural, promoção da cidadania, saneamento e inclusão social.
Segundo o missionário, iniciativas de entidades evangélicas têm ajudado também a gerar consciência sobre problemas que sequer estavam na pauta nacional, como a questão do infanticídio. Há cinco anos, missionários foram muito criticados por levarem duas crianças da etnia suruwahá gravemente doentes para receber tratamento médico especializado. É que, de acordo com a cultura de diversas tribos, crianças com deficiências físicas devem ser sacrificadas. “O importante é que o diálogo foi aberto sobre o assunto e vários indígenas sentiram-se encorajados a tomar posição a favor da vida”, comenta Ronaldo Lidório. Além disso, acrescenta, a fé é importante fator de superação de antigas mazelas que afetam os índios, como o alcoolismo e a prostituição.

O estudo, disponível no site da AMTB (www.indigena.org.br), mostra que as nações terena, tikuna, caiuá e wai-wai são algumas das que apresentam maior quantidade de índios evangélicos. Tal crescimento, claro, demanda a formação de liderança autóctone, uma das iniciativas do Conselho Nacional de Pastores e Líderes Evangélicos Indígenas (Conplei). “A liderança da Igreja indígena tem crescido e ocupado espaços na evangelização, plantio de igrejas e iniciativas sociais, o que é muito positivo”, frisa Lidório. Ele defende que esse treinamento não seja somente bíblico, mas integral. “O indígena evangélico lida diariamente com questões conflitantes que envolvem questões legais e territoriais, diálogo com a cultura não indígena e assim por diante”, conclui que a  ação evangélica entre povos indígenas tem aspectos religiosos, sociais e culturais.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014

A Cruz

Mateus 16.24-28
(Cristo) morreu por todos para que aqueles que vivem já não vivam mais para si mesmos, mas para aquele que por eles morreu e ressuscitou (2Co 5.15).
“Tenho de agüentar meu reumatismo: é a minha cruz”, reclamou alguém. Mas seria a dor realmente uma cruz? Existem vários tipos de sofrimento: aflições físicas, apertos financeiros, pressão de negócios, críticas e conversas, estresse, crises emocionais na família, a morte de alguém, e muito mais. Ninguém é isento de tais aflições. A dor atinge todo mundo, pois faz parte da condenação proveniente do pecado original. Portanto, a aflição em si não é a cruz; antes é uma ocasião para o cristão tomar a cruz. Tomar a cruz é renunciar ao controle sobre sua vontade e vida. É viver agradecendo a Deus pelo que experimentamos, se necessário escolhendo o mais difícil, aceitando tudo na confiança de que Deus sempre escolhe o caminho melhor.
Uma cristã idosa de classe alta dedicava-se a visitar famílias em ambientes miseráveis. Uma manhã, ao levantar-se com dificuldade, sentindo-se um pouco indisposta, disse: “Olha, meu velho corpo, você reclamaria ainda mais se soubesse para onde o levarei hoje!” Não se sentia bem, mas tomar a cruz para ela era negar a sua indisposição e fazer o que Deus indicava. Nossa inclinação natural é promover a nossa própria agenda, vivendo para nós mesmos. O versículo em destaque transmite a mesma mensagem que Jesus. Pela sua morte na cruz ele nos livrou do egoísmo da nossa natureza humana. Levou-nos a morrer com ele para seguirmos a agenda de Deus. A nossa posição é de “crucificado com Cristo” (Gl 2.20). Sobre esta base você pode dizer: “Considero-me morto para o pecado (de viver para mim) mas vivo para Deus em Jesus Cristo” (Rm 6.11). Toda a vez que renunciamos ao “eu” entra em ação a nova vida em Cristo por meio do seu Espírito e recebemos a paz e a alegria de sentir que realmente temos vida nova em Cristo. Tornamo-nos “mais que vencedores” por aquele que nos amou (Rm 8.37).
Levar a cruz é sofrer voluntariamente para gerar grandes bênçãos.